Malabares

Existe uma lenda chamada: "O Malabarista de Notre Dame" (nada a ver com o Corcunda). Ele era um artista de rua que caiu em tempos difíceis economicamente, e no desespero, se fez padre. Um dia estava ele só na capela quando notou que a estátua da Virgem Maria parecia triste, então começou a fazer malabarismos, mais porque gostava do grande espaço disponível nas capelas. O irmão superior estava a ponto de desertá-lo quando notaram que a estátua estava sorrindo. Logo os outros monges começaram a fazer Malabarismo na capela todo dia.
Malabarismo é tão antigo quanto o próprio circo. É o ato de se esforçar para dominar objetos de maneiras distintas. Um conjunto de coordenação motora juntamente com a arte de manipular objetos.

Modalidades

Malabares convencional

Artistas com técnicas e destrezas do mais alto nível, mostrando suas habilidade com os mais variados objetos como: - Bolas
- Claves
- Argolas
- Cigar Box
- Devil Stick e Flower Stick
- Contato
- Chapéu
- Diabolo
- Facas

Malabares de Fogo

Como o próprio nome diz, o artista utiliza de aparelhos onde o fogo pode ser apresentado. Esse tipo de performance é ideal para ambiente noturnos, ou lugares onde exista a possibilidade de black-out. O artista também é capacitado para evitar acidentes, pois há um grau de risco quando se mexe com qualquer tipo de fogo. Esta performance também é, visualmente, deslumbrante. Alguns objetos onde usa-se o fogo:
- Tochas
- Swing e swing de corrente
- Bastão
- Leque
- Devil stick de fogo

Malabares de Luz

No mesmo formato que o malabares de fogo, mas agora os aparelhos, ao invés de fogo, possuem luz. São ideias para lugares noturnos e lugares com possibilidade de black-out, juntamente com lugares onde não se pode fazer o fogo. O público deslumbra-se com a magia que os malabares de luz podem proporcionar. Alguns aparelhos de luz:
- Claves
- Swings
- Bastão